Complementando o post sobre o acidente com o Piper Arrow da Embry Riddle, vejam esta National Policy da FAA sobre cheque de PC e INVA publicada ontem (24/04). Anteriormente, era necessário uma aeronave “complexa” (com trem de pouso retrátil e controle de passo de hélice) para poder checar a licença de Commercial Pilot (o nosso PC) ou a certificação/habilitação de CFI-Certified Flight Instructor (equivalente ao nosso INVA). Agora, a FAA flexibilizou a regra para permitir que o cheque ocorra em aeronaves não-complexas (ex.: Cessna 172), haja vista a baixa disponibilidade de modelos de aeronaves monomotoras complexas a pistão nas escolas de aviação dos EUA, à exceção dos Arrow, agora groundeados.

Outra mudança que deve ocorrer em breve será a redefinição de aeronave “complexa” pela FAA, da acima referida para glass cockpit e piloto automático, permitindo que uma gama mais ampla de modelos de aeronaves monomotoras possam ser usadas no cheque e no treinamento  de PC & INVA – lembrando que este último permanece inalterado: continuam sendo necessárias pelo menos 10h de voo em aeronaves “complexas”, de acordo com o regulamento americano. Outras informações sobre estas mudanças estão sendo divulgadas pela SAFE-Society of Aviation and Flight Educators, que traz a imagem acima na sua home page desde ontem.