Pois então… Morreu e foi definitivamente sepultada para a aviação geral na data de hoje, no túmulo da Portaria Nº 1.680/2020:

PORTARIA Nº 1.680, DE 2 DE JULHO DE 2020

O GERENTE GERAL DE AERONAVEGABILIDADE CONTINUADA, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pelo art. 18, da Portaria nº 1655/SAR, de 11 de maio de 2017, e considerando o que consta do processo nº 00058.023165/2019-11. resolve:

Art. 1º Revogar a Instrução Técnica Transitória de Aeronavegabilidade – ITTA nº 07/2015/GCVC/GGAC/SAR, referente às orientações sobre as seções 135.159 (f)(3) do Regulamento Brasileiro de Aviação Civil – RBAC nº 135 e 91.503 (a)(1) do RBAC 91 que requerem lanterna portátil com pelo menos duas pilhas tamanho D ou equivalente por posto de pilotagem.

Art. 2º Essa Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

HELIO TARQUINIO JUNIOR

Mas, atenção! A necessidade de “uma lanterna elétrica portátil em boas condições de operação” ou de “uma lanterna portátil, em boas condições de operação, por posto de pilotagem” (conforme, respectivamente os RBAC’s Nº 91 e 135) continua existindo! O que mudou foi a especificidade da lanterna com “duas pilhas tamanho D ou equivalente”, que agora foi flexibilizada.